Categorias
Uncategorized

Comece o seu funil de vendas pelos decisores para prospecção

Do começo antes dos decisores;

Antes de tratar especificamente de como e porque você pode começar o seu funil de vendas pelos decisores para prospecção, vamos precisar voltar contextualizar algumas coisas! (ou relembrar pra quem já sabe)

O funil de vendas é um modelo estratégico adotado pelas empresas com divisões de estágios que estruturam de forma visual toda jornada de compra do cliente, onde cada estágio precisa de ações e procedimentos para que o ciclo de vendas seja concluído.

De uma forma bem simples, vamos utilizar como modelo neste post um funil de vendas com 3 estágios:

1 – Topo do funil 

  • Atrair – Geração de leads
  • Qualificação de leads – separando o joio do trigo

2 – Meio do funil

  • Entendendo quais prospects apresentam quais oportunidades
  • Início do ciclo de vendas

3 – Fim de funil

  • Conversão de vendas
  • Metas batidas

A parte inicial do funil de vendas, que chamamos de topo de funil, é um dos maiores problemas das empresas, pois normalmente as empresas entendem que existe uma escassez de potenciais clientes “lá fora” querendo consumir seus produtos/serviços. Ele (o topo do funil) é responsável por toda captura e geração de leads. Seja por inbound marketing (com campanhas e landing pages) ou por marketing outbound/prospecção ativa (feita pelo time comercial ao gerar listas de contatos dentro do seu ICP, enviar e-mails, ligações e fazer follow ups).

E sem essa etapa é impossível alimentar o restante do funil de vendas. Se você for optar por fazer prospecção ativa/marketing outbound, vale MUITO a pena entender o que é outbound marketing/prospecção ativa, a diferença entre leads e mailing, ver como estruturar fluxo de cadência de emails!

Volume x Acertar o alvo

Falemos em como encher o seu funil com marketing outbound: antes de qualquer coisa, outbound é uma estratégia de volume! Assim sendo, o processo de encontrar as leads mais apropriadas funciona assim:

A forma correta de fazer o primeiro funil inclui a compreensão de o que é o big data, utilização uma metodologia de outbound 2.0. Normalmente o caminho a seguir é escalar as barreiras, de ligação em ligação, usando iscas nos e- mails, social selling, e então encontrar o seu DECISOR! Tipo uma caça ao tesouro mesmo.

E usando uma plataforma como a gente, os dados validados e assertivos fazem total diferença. Fizemos até uma ilustração pra deixar isso visual:

Ou seja: com (bem) menos esforço você consegue chegar às mesmas oportunidades de negócios (decisores) quando comparado com a imagem anterior.

O pulo do gato

O que queremos propor é que você pule essa etapa e comece as ações de prospecção direto na sua persona, no seus decisores!

Veja bem, os envios de emails, as ligações, os FUPs e todas estratégias do pessoal de vendas e marketing continuam acontecendo nessa etapa mas com uma grande diferença de retorno!

Ou seja, o pulo do gato seria algo assim:

FUNIL DECISORES

Decisores on demand 

Imagine que nós da Speedio podemos usar nossos modelos de big data pra minerar os decisores especificamente pra você: os decisores dos departamentos específicos que consomem o que você quer vender, com o nível de senioridade do seu gosto, com e-mails e telefones validados. Sim, isso é possível!

Sei que todo mundo quer saber como fazer social selling no LinkedIn, que isso está super na moda. Mas não, o LinkedIn NÃO é a única fonte de decisores do mundo (em fato, essa rede só contém um pouco mais de 34 milhões de pessoas no Brasil (2020), em uma população de mais de 200 milhões de pessoas aqui no Brasil). Aqui na Speedio nós temos acesso à – literalmente – centenas de fontes que usamos pra chegar aos dados corretos das empresas e seus respectivos decisores, estejam eles no LinkedIn ou não.

Os benefícios de começar o seu funil de vendas com os decisores on demand:

  • Melhor uso de copys e conteúdos direcionados diretamente ao decisor (abordagem mais direta, usar gatilhos e dores do nicho)
  • Tempo de ciclo de vendas reduzido. Afinal, você já está tratando com a pessoa tomadora de decisão sobre o seu serviço ou produto
  • Qualidade e validação de 100% nas listas. Ligações e emails que geram oportunidades reais para o seu funil de vendas!

Se esse post te deixou com água na boca pra começar seu funil de vendas pela parte mais “fácil”, entre em contato conosco pra gente te explicar como isso funciona.

Categorias
Uncategorized

Como montar um time de vendas em 6 passos

Na formação de uma empresa, se chega a um ponto do crescimento em que não é mais possível trabalhar sozinho. Nesse momento, é necessário acompanhar sua evolução com a formação de uma equipe que possa te auxiliar a potencializar ainda mais o seu negócio. 

Uma equipe de vendedores bem estruturada e competente é fundamental para o sucesso de uma empresa. Diante dessa situação, é muito importante saber como montar um time de vendas. A seguir está listada uma sequência de 6 passos importantes para essa formação.

Descubra os passos de como montar um time de vendas

PASSO 1: estipular o número de integrantes do grupo.

Este passo sobre como montar um time de vendas é muito importante, pois precisa balancear os objetivos e metas da empresa com o valor investido no número de funcionários.

Para isso é necessário estipular uma meta de faturamento e de vendas, ponderando entre o valor previsto médio de vendas de cada vendedor e o custo de sua remuneração. Quanto mais funcionários, maior o investimento, obviamente.

É importante avaliar também outros fatores. Se o ciclo de vendas for muito longo, mais vendedores serão necessários. É relevante também rever a quantidade de clientes já pré-existente, as diferentes localidades de venda, para então estabelecer melhor o tamanho do time.

Nesse momento de como montar um time de vendas também é essencial definir se o líder do time será você mesmo ou se essa tarefa será delegada a um gerente.  Na verdade, como você vai ver até o fim deste artigo: planejamento é fundamental.

Por isso, em questões como essa não basta simplesmente seguir o seu feeling. É claro que a sua experiência e o seu conhecimento são importantes, mas eles devem ser postos num planejamento viável e possível.

Caso contrário, o que pode acontecer é o surgimento de gastos inesperados e desnecessários. Neste caso do número de integrantes, você pode acabar contratando mais ou menos do que o realmente necessário para o momento, o que pode trazer custos adicionais.

PASSO 2: anunciar as vagas

Neste passo de como montar um time de vendas é o momento de pensar como fazer os vendedores chegarem até você. Existem múltiplas opções – e, novamente, requer que sua empresa esteja bem planejada.

Você pode se utilizar de diversas ferramentas disponíveis atualmente. Utilize aquela que estiver mais acessível e que se sentir mais confortável no momento (fale até entender como fazer social selling no LinkedIn – até porque contratar uma pessoa legal é vender seu projeto pra uma outra pessoa). Pesquise bem sobre as disponíveis, preferindo as que mais se adaptam ao seu negócio.

Um método muito utilizado é acessar portais especializados em anúncios de vagas, mas também se pode utilizar de uma página de cadastro de currículo no próprio site da empresa, ou até mesmo utilizar redes sociais como o LinkedIn. Ao postar um trabalho em uma rede aberta, uma das maiores vantagens é a expansão de horizontes dos tipos de candidatos que enviarão seus currículos. A desvantagem é a mesma: a quantidade enorme de currículos normalmente é um desafio pra quem não tem um departamento de RH estruturado.

Além dessas ferramentas, existem também grupos de profissionais via aplicativos de mensagens de celular que podem ser usados para anúncios. Todos estes são métodos difundidos de buscar os profissionais dentro dos passos de como montar um time de vendas.

Aqui na Speedio nós gostamos mesmo é de contratar pessoas que conhecemos no mercado e admiramos como fornecedores, clientes, etc, conhecendo-as aos poucos: o que é um método particularmente interessante pra pequenas empresas.

PASSO 3: processo de seleção

Aqui, antes de mais nada, é importante estabelecer as qualidades a serem requisitadas aos candidatos. Dentro do processo de como montar um time de vendas, estabelecer estes critérios é fundamental.

Para definir o perfil de vendedor ideal, é importante fazer uma correlação com o produto ou o serviço a ser vendido. No caso de vendas em varejo, por exemplo, a tendência é buscar um perfil extrovertido, que se comunique bem e que seja persistente. Se você quer alguém pra trabalhar com vendas B2B, é importante que essa pessoa entenda de plataformas para vendas B2B. Se o indivíduo for trabalhar com prospecção b2b, é importante se ter conhecimento prévio de automação de marketing e como montar um fluxo de cadência de emails.

Se for a venda de um produto complexo, um funcionário com conhecimentos especializados (como o que é o big data) pode ser necessário. Características como saber utilizar gatilhos mentais ou ferramentas mais modernas também são sempre bem-vindas.

Um ponto crucial neste passo de como montar um time de vendas é não contratar apenas pelo currículo. A avaliação da vontade e objetivo no trabalho é fundamental, bem como suas demais habilidades e estilo de vida. Experiência conta, porém também não deve ser um fator decisivo. Como gestor, se pergunte: você prefere que o novo colaborador entre já sabendo tudo, o que diminui seu tempo de treinamento (e potencialmente trazendo alguns vícios) ou você está disposto a ensinar mais sobre a sua forma de fazer as coisas?

A partir desses critérios estabelecidos, pode-se então fazer a seleção dos currículos, realização de uma primeira entrevista seguida da avaliação dos conhecimentos e habilidades. É bem comum fazer dinâmicas em grupo para traçar o perfil dos candidatos. E, por último, antes da escolha decisiva, uma segunda entrevista com superior imediato.

Ou seja, leve em consideração:

  • Habilidades do vendedor
  • Capacidade de comunicação
  • Vontade de conquistar a vaga disponível
  • Capacidade de crescimento na empresa
  • Candidato pronto/a ser formado
  • Nível de senioridade
  • Proximidade do trabalho (se relevante)
  • Seleção, com dinâmicas específicas

PASSO 4: integração do time com a empresa

Passo fundamental de como montar um time de vendas é auxiliar os novos vendedores a se situarem na empresa. É importante que se sintam acolhidos, que possam se inteirar das práticas comuns na empresa, das regras e valores, da burocracia, dos colegas e dos conhecimentos necessários para a venda.

É recomendado que as metas para os novos vendedores sejam escalonadas nos primeiros 3 meses, para que possam ir se situando das vendas e dos consumidores. Faça o vendedor se sentir parte do sucesso da empresa.

  • Promova atividades de integração
  • Tenha áreas na empresa voltada para o relacionamento e lazer dos funcionários
  • Apresente os novos funcionários aos antigos
  • Seja solícito e compreensivo ao explicar as tarefas e o que se espera de cada time

PASSO 5: treinamentos

Esse tópico é essencial em todo o processo de como montar um time de vendas. É vital ter uma rotina de treinamentos para capacitar. Neste aspecto, a oferta de cursos e eventos de formação e capacitação é um ótimo investimento.

Os vendedores serão a ponte direta da empresa com o consumidor, o que torna extremamente necessário o seu conhecimento sempre atual e ampliado sobre o produto ou serviço vendido, bem como suas habilidades de comunicação e empatia com os clientes.

PASSO 6: acompanhar o desempenho

Depois de todo o processo de como montar um time de vendas, com a equipe já formada e treinada, se torna essencial o acompanhamento da performance dos funcionários. Existem softwares de automação comercial que fazem esse acompanhamento de forma digital.

Com os dados em mão, se recomenda dentre as dicas de como montar um time de vendas, dar um feedback a seu funcionário sobre sua performance, sempre dando sugestões e ensinamentos para que ele possa se desenvolver cada vez mais.

Saber como montar um time de vendas de qualidade não é tarefa tão fácil, mas ainda é possível. Seguindo essas dicas você certamente vai alcançar melhores resultados!

Categorias
Uncategorized

Customer Success: o que é e a sua importância no funil de vendas

A tradução literal de “customer success” é “sucesso do cliente”, o que já nos diz um pouco a respeito do que representa o conceito. Entendê-lo permite otimizar nossas vendas para aqueles que já são nossos clientes.

As organizações mais capacitadas do mundo, com maior sucesso, já têm equipes muito bem consolidadas de customer success (aqui na Speedio, que atua no mercado B2B, somos super fãs do conceito).

O que é Customer Success?

O que isso representa no mundo real? O que essas palavras realmente significam?

Essa prática tem se tornado muito popular desde principalmente as últimas décadas. Hoje em dia, há quem defenda até mesmo que ela é parte de uma evolução natural do mercado de vendas utilizando inteligência de marketing.

Pense em como eram as vendas antigamente: fazia-se a venda e o cliente não era conduzido à um aumento do seu consumo com a empresa. Nos dias atuais, nós queremos que o cliente compre um produto/serviço inicial conosco, e que amplie esse consumo após a sua compra inicial conosco (afinal, ele/a já é cliente da casa!). Ou seja, a todo momento ele é o foco – e não mais pura e simplesmente a venda, como era no passado.

O motivo dessa mudança é simples: é muito mais barato manter um cliente antigo do que atrair um novo! A proporção de investimento varia nesse assunto de autor pra autor, mas nós gostamos da estatística de que há uma diferença de custo de 5x entre quem está dentro de casa e quem está fora. Pra conquistar novos clientes, vale a pena olhar esses 9 métodos aqui pra prospecção B2B.

A competitividade entre as organizações aumentou, e o foco no cliente se tornou fundamental com o propósito de destacar uma empresa da outra. Cativá-lo, conquistá-lo, passou a ser visto como um diferencial na relação das vendas.

Tenha em mente o seu processo individual como consumidor. Você prefere uma empresa que o trate bem, com uma boa interação, ou outra que só esteja demonstrando preocupação em vender o produto e pronto?

Pois é, todo mundo gosta de ser bem tratado, por isso todo mundo prefere uma interação agradável. Quem notou isso logo de cara, se deu muito bem. Quem até hoje não percebeu, via de regra passa por problemas na disputa por mercado.

Norteando todo o seu Customer Success

Existe uma regra de ouro sobre customer success que já posso adiantar: se coloque na pele do seu cliente. O que ele gostaria de na sua relação com ele? Aqui vão alguns pontos quem tem que nortear todo o processo de customer success:

  1. Entenda as necessidades de compra do seu cliente, e forneça a ele elementos que sirvam para alavancar sua autoridade no assunto
  2. Disponibilize mecanismos para que os clientes tirem dúvidas com sua equipe, como chat online, e-mail ou telefone
  3. Fortaleça também os outros aspectos que influenciam na tomada de decisão na compra (o relacionamento é importante, mas não é tudo!)
  4. Quando o cliente exerce a compra, demonstre presença e a importância dele
  5. Tenha um bom pós-venda, e não se esqueça que fidelizar o seu cliente é uma tarefa importante

Durante esses momentos, lance mão das estratégias de venda que conhecer. Por exemplo, os gatilhos mentais são ótimos para serem usados, pois permitem uma interação mais produtiva com o consumidor.

Benefícios do Customer Success

Gosto de salientar também cinco grandes benefícios do customer success. Logicamente, existem outros relacionados a estes, mas todos orbitam em torno desses que vou citar abaixo.

Aumenta a fidelização do cliente

Até aqui, você já deve ter notado que essa estratégia faz com que você atinja resultados positivos por meio da interação com o cliente, e não do produto ou serviço propriamente dito. A retenção do cliente deve estar atenta a isso.

Uma boa estratégia de CS permite que você fidelize o seu cliente com mais facilidade, já que ele cria um vínculo com a sua marca. Dessa forma, evita perdê-lo para a concorrência.

  • Melhora no SAC

Vamos deixar claro: customer success não é serviço de atendimento ao cliente, porque ele é ativo, e não reativo. Ainda assim, o CS pode melhorar o SAC, porque uma atitude proativa evita que muitos problemas surjam, resolvendo-os antecipadamente.

  • Conheça seu cliente

Sua equipe deve ser bem treinada para aprender a conhecer bem o seu cliente. Isso é possível através dos indicadores que for coletando, monitorando os sinais do cliente e preenchendo os seus processos de acompanhamento.

  • Traz mais feedbacks

Desenvolver a sua empresa exige que você tenha uma noção do que os clientes pensam dela, e feedbacks ajudam muito nisso. Uma equipe de customer success (CS) é capaz de coletar com maior precisão e em maior volume dados como este.

  • Seus clientes se tornam embaixadores

Um cliente bem fidelizado, pode até mesmo se tornar um embaixador da sua marca, fazendo propaganda dela e indicando a outras pessoas. O bom relacionamento é a chave disso.

Integrando ao funil de vendas

Para finalizar, resta responder: como adequar o customer success ao funil de vendas da sua empresa? Talvez você já tenha uma boa ideia até chegar aqui na leitura, e na verdade isso não é tão difícil.

O importante ao fazer isso se resume à palavra: acompanhamento. Sim, porque a equipe de customer success deve estar atenta e acompanhando cada etapa do funil de vendas, sempre prestando atenção, por certo, ao seu consumidor. Ao fazer isso, fica mais fácil de oferecer o produto certo na hora certa, o que será representado pelos por cross-sells e up-sells. Vale muito a pena também entender o que é o big data e como usar isso na sua empresa.

A ideia é fazer com que os processos da jornada sejam cada vez mais eficazes, potencialmente diminuindo custos desnecessários. É possível até mesmo ir além do CS, automatizando algumas etapas e fazendo uso de ferramentas.

O importante é que suas equipes estejam bem integradas e treinadas nas estratégias de marketing digital da empresa. Nesse cenário, costumer success é muito importante, e conhecer os seus mecanismos é essencial para qualquer negócio.

Paralelamente à customer success, vale muito a pena entender o que é outbound marketing/prospeção ativa pra buscar novos clientes dentro do seu público-alvo.

Categorias
Uncategorized

Plataformas para vendas B2B

Quem sabe escolher os canais de venda certos tem mais chance de concretizar os seus negócios. Neste contexto, conhecer as plataformas para vendas B2B é uma necessidade de todos que desejam buscar mais oportunidades de vendas.

O que é uma plataforma B2B?

Saber como funcionam as plataformas é o básico para que você possa optar pela ideal para o seu negócio. Neste caso, existem dois modelos: o das B2B (business to business), objeto deste texto, e o das B2C (business to consumer).

No B2C é aquele famoso caso de quando o usuário compra um produto/serviço e o recebe diretamente da empresa.

Isto muda, porque a B2B é um pouco diferente, e remete a um relacionamento entre pessoas jurídicas. Nesse cenário, uma empresa procura por outra, visando comprar algo como matéria-prima, por exemplo.

É exatamente aqui que se destacam as plataformas para vendas B2B, resumindo, então, as principais características do modelo business to business, são as seguintes:

  • Remete a vendas que acontecem entre duas ou mais empresas
  • Quem compra, utiliza o material para fins comerciais
  • Considerar uma plataforma boa é imprescindível
  • Tem um valor de negociações online que supera em até 3x o B2C

Em um post anterior, já falamos mais sobre as principais diferenças, inclusive em maiores detalhes sobre a prospecção B2B.

Como funcionam essas plataformas?

As plataformas para vendas B2B são essenciais para todas as partes envolvidas no processo, e por isso é importante saber escolher muito bem.

As melhores plataformas para vendas B2B permitem algumas funcionalidades, por exemplo: tornam possível que a sua empresa configure e gerencie uma série de variáveis envolvidas no processo de compra e venda.

Por exemplo, existem plataformas para vendas B2B que oferecem tabelas de preços, impostos, condições de pagamentos, entre outros (alguns desses podem ser feitos por meio de ERPs, sistemas de cobrança automatizados).

Ao conectar canais, por exemplo, as plataformas para vendas B2B podem dar suporte à toda a cadeia de distribuição. Ao mesmo tempo, permite personalizar a experiência, desde o momento da fabricação até a chegada ao consumidor final.

A plataforma deve ser flexível o suficiente para que você consiga inserir o seu modelo de negócio e adaptá-lo ao longo do tempo. Para entender mais como escolher plataformas para vendas B2B, siga as etapas da seção abaixo.

Como escolher plataformas para vendas B2B

Até aqui, foi possível observar que boas plataformas para vendas B2B garantem benefícios importantes pra diversas partes da empresa. Mas como escolher os seus provedores?

A qualidade do suporte

Se as vendas da sua empresa estão em jogo, então as plataformas para vendas B2B devem fornecer suportes rápidos e de qualidade. Assim garantem que não coloque em risco o que é mais importante: os seus negócios e os eu relacionamento com os clientes e vendedores.

Criação de catálogos

Os preços e condições de um cliente podem ser diferentes dos que são feitos para outro. As plataformas para vendas B2B podem possibilitar, então, a criação de vários catálogos, além de possibilitar o acesso aos seus representantes comerciais.

A integração

Assim como as ferramentas de automação auxiliam na produtividade, há outras que fazem o mesmo. As melhores plataformas para vendas B2B permitem que haja integração ao sistema, reduzindo custos de tempo e facilitando processos.

Presença no mercado

Querendo ou não, avaliar a presença no mercado e a reputação das plataformas para vendas B2B que você pesquisa é essencial. Se uma delas não é bem reconhecida, pode ser um indicativo de que não cumpre aquilo que promete.

Procure saber, por exemplo, a quem a plataforma atende, e quem são os seus clientes atuais (pelo menos alguns). Isso permitirá ter uma noção melhor da sua confiança no mercado, e se ela realmente traz mais vantagens do que problemas.

Conheça a melhor plataforma do mercado

Uma empresa que cumpre todos esses papeis e que tem se tornado cada vez mais reconhecida como a melhor do mercado é a Speedio. Cada vez mais empresas de peso no mercado tem aderido a ela, reconhecendo sua capacidade.

Os valores da Speedio prezam por fatores como a automatização, o que é um elemento de suma importância atualmente, como destaquei antes. Dessa forma, auxilia a atingir outro dos objetivos dela, que é facilitar a vida do seu time comercial.

Focando em inteligência comercial, ela facilita a procura de leads B2B, com uma prospecção ativa. Isso faz diferença nos resultados finais que sua empresa conquista.

Para saber mais informações sobre a Speedio, seus planos e tudo que você pode encontrar nela, entre em contato! Conhecendo mais sobre os seus objetivos em particular, a empresa poderá demonstrar como pode ajudar a alcançar os seus objetivos.

Categorias
Uncategorized

O que são smart leads e como as atrair?

Você já ouviu falar no termo “smart leads”? Sabe como aplicá-lo na prática? Muitas pessoas têm dificuldade em entender o que esse conceito significa e a sua importância, por isso neste post vou explicar em detalhes o que são smart leads e qual é a melhor forma de utilizá-los no seu dia a dia. Eles estão diretamente relacionados ao que sua empresa oferece. Quer saber como? Continue lendo!

O que são smart leads

Pois bem, de forma bem direta: smart leads são os leads que você considera ideal quando pensa nos clientes perfeitos para o seu negócio. Pense neles como aqueles clientes os quais são ideais para as soluções que a sua empresa oferece.

Isto significa refletir: o que meu negócio oferece e a quem posso satisfazer plenamente com meus serviços? Como vou demonstrar mais à frente, isso está diretamente relacionado com o perfil do seu consumidor.

Embora pareça um processo mental relativamente simples de ser feito, na prática não é bem assim. Entender qual é o seu cliente ideal e, mais do que isso, aprender como captá-lo é uma prática que exige bastante aprendizado e esforço.

A sua empresa deve ter metodologias bem desenhadas, com uma equipe de inteligência comercial que saiba entender bem sobre estes conceitos. Mais do que apenas investir na geração de leads, é preciso investir também na qualificação deles.

O termo “inteligência comercial”, aliás, é utilizado mais comumente justamente com a ideia de ter um time focado em listas de leads que tenham uma eficiência melhorada. Eles precisam, sim, entender e executar estratégias para expandir mercados, mas seu foco prioritário são as smart leads.

Com isso, a sua equipe de hunters tem um custo-benefício muito maior nas suas taxas de conversão. Como os smart leads já foram previamente traçados com eficácia, então eles não perderão tempo entrando em contato com quem não tem o perfil da empresa.

Ou seja, sua empresa acaba gerando uma otimização do tempo e há eficiência no trabalho. A produtividade aumenta, além de haver um incremento até mesmo na taxa de conversão.

Aprenda a definir o perfil de cliente

Com base na definição do que são smart leads, que forneci acima, fica nítido que algo de extrema importância é definir o perfil de cliente ideal, certo? Afinal, para quem se direciona o seu produto ou serviço?

Como pode parecer bastante óbvio, é a este público que a sua empresa deve focar a prospecção. Infelizmente, apesar de óbvio, não é o que todos fazem, e acabam incorrendo num erro que poderia ser facilmente evitado.

A questão, neste ponto, é definir o que em inglês se chama Ideal Customer Profile (ICP). Essa é a chave de todo o processo, e vai permitir que você monte a lista de leads. Quanto mais detalhado for, melhor será o trabalho do time de inteligência comercial.

Se você já está habituado ao processo de definir uma persona, neste caso há similaridades. Tudo deve ser pautado por informações relevantes, e não por chutes sem qualquer tipo de embasamento.

Pense nas oportunidades concretas de negócio que podem se apresentar. Esses pontos abaixo podem ajudá-lo a definir melhor o seu Ideal Customer Profile:

  • Anote as objeções mais comuns dos clientes
  • Avalie quais são os seus clientes mais frequentes atualmente
  • Relembre o histórico de atuação, os valores e a missão da sua empresa
  • Identifique as demandas e as características principais da área em que atua
  • Compreenda quais são as melhores formas que sua empresa pode resolver o problema do cliente

Tudo parte, portanto, de uma compreensão de cenários. É necessário avaliar em que você atua, como é o seu mercado e, acima de tudo, quem é que se interessa mais ou pode estar mais interessado nas suas soluções.

Depois de ter pensado nisso, sua estratégia vai ser feita com mais precisão – o que, claro, auxilia a ter um bom resultado final. Não pule etapas e dê valor a isto.

Se sua empresa vende pra outras empresas, vale a pena dar uma olhada nesse video aqui pra entender como a Speedio pode te ajudar a dimensionar o tamanho do(s) seu(s) mercado(s):

Quais são as etapas de smart leads?

Existem alguns passos fundamentais quando falamos de smart leads. Essas dicas vão levá-lo a um novo patamar, proporcionando maiores chances de ter sucesso em suas estratégias. Resumi elas em quatro momentos distintos.

  1. Faça uso de ferramentas

Existem muitas ferramentas disponíveis na internet, as quais podem ajudá-lo a levantar informações importantes na geração de leads. Para explorar essas informações, há outros instrumentos, os de segmentação de leads.

Não faltam softwares disponíveis no mercado, todos com uma grande capacidade de melhora nos seus resultados. Lembre-se, apenas, de ter em mente onde sua empresa atua.

Caso seja no Brasil, por exemplo, o software tem de ter uma boa atuação em nosso país. Comprar um dos Estados Unidos com pouca amplitude de dados no nosso território não adianta muito. Entenda se faz sentido a nossa solução para o seu time comercial!

  • Saiba onde procurar leads

Até esse momento, você já entendeu bem qual é seu cliente ideal, não é mesmo? Isso ajuda muito quando falamos em onde procurar leads. Existem sites específicos, como os de aceleradoras e até em redes sociais, que podem ajudar.

É importante sempre lembrar de prospectar com foco no seu cliente ideal. Não se perca. Tenha ele bem traçado e sempre em mente na hora de realizar cada etapa de smart leads.

Uma coisa que está muito na moda é social selling. Por isso fizemos um post inteiro sobre como fazer social selling no LinkedIn.

  • Quais informações devo coletar?

Essa é a pergunta fundamental: quais informações coletar. E isso não posso dizer que existe um modelo perfeito predefinido. Na verdade, varia muito em cada segmento, cada público e até mesmo com cada empresa.

Ainda assim, é indicado ter o maior número de informações possíveis. Na dúvida, seja mais detalhista, até perceber com exatidão quais são as informações ideais.

À essa altura, vale a pena entender o que é big data.

  • Contate a pessoa certa

Se você vende a empresas (ou seja: é uma empresa b2b), há várias pessoas que pode contatar. Procure saber quem ocupa o cargo ideal para o processo decisório e quem está mais aberto a negociar. Dê uma olhada nessa página aqui na qual te ajudamos a encontrar o decisor correto.

Passe as informações à frente

Depois de mexer com smart leads, chegou a hora de passar essas informações em frente. Se você fez tudo bem feito, então a equipe de hunters vai atuar com uma taxa de sucesso maior.

Se você teve dificuldade pra entender alguns termos desse post como “hunter”, sugiro dar uma olhada no post onde fizemos um glossário de vendas outbound pra você.

Por isso, foque em todas as dicas dadas até aqui. Entender esses conceitos e seguir estas etapas vai melhorar os seus leads.

Categorias
Uncategorized

Social Selling: o que é e como fazer

De fato, social selling no LinkedIn é algo que abre portas e traz novas possibilidades. Esta rede profissional oferece inúmeras oportunidades de negócio para aqueles que sabem como procurá-las e aproveitá-las.

Em poucas palavras, é a arte de fazer prospecção ativa/marketing outbound pelo LinkedIn. Se precisar, entenda aqui o que é prospecção ativa/marketing outbound.

Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 80% dos leads gerados em mídias sociais vêm exatamente do LinkedIn. E esta tendência está chegando também a outros países do mundo, como o Brasil. Acompanhe e entenda mais sobre social selling no LinkedIn!

Como prospectar no LinkedIn

Começando com as definições, é importante definir, antes de tudo, o que é social selling no LinkedIn. Na verdade, o termo social selling significa algo como o uso das redes sociais (neste caso, o LinkedIn) para promover a interação com novos contatos, transmitindo ofertas de valores.

É possível, por exemplo, na forma mais básica, que o time de marketing da sua empresa entre em contato com quem comentou suas publicações. Lógico que tudo isso tem método e exige elementos de escrita.

Pois bem, sem mais delongas, para prospectar corretamente no LinkedIn, você deve seguir estas etapas:

  • Crie um perfil otimizado e interessante (veja mais no final do artigo)
  • Crie conteúdos que demonstrem que, mais do que vendedor, você é uma autoridade no tema
  • Realize interações de forma natural com os membros de sua rede de relacionamentos, tornando a conexão futura mais fácil
  • Foque na sua persona ou público-alvo, definindo claramente os interesses e alvos
  • Procure personalizar parte de seus contatos às pessoas, mesmo que seja um convite “padrão”. Ou seja: parte da sua mensagem é generalista, parte é customizada pra tratar com quem está falando
  • Não conte apenas o número da sua rede de relacionamentos, mas a qualidade do networking

O social selling no LinkedIn é efetivo, desde que você saiba utilizá-lo corretamente. A prospecção um dos passos iniciais neste processo, então siga essas dicas e avalie os resultados à medida que eles forem surgindo.

Vendas de relacionamento no LinkedIn

Além dessas dicas acima, de prospecção, o social selling no LinkedIn é efetivo na realização das suas vendas também. Isso porque permite cultivar relacionamentos mais efetivos, com mais laços, influenciando diretamente na decisão do cliente em potencial.

De forma a complementar as dicas dadas na seção anterior, então você pode seguir outras. Veja:

  • Consistência e engajamento são essenciais, trazendo frequência e periodicidade às publicações
  • Utilize outras redes sociais para aumentar o alcance do seu perfil no LinkedIn
  • Aprenda mais sobre os plugins sociais do LinkedIn e suas potencialidades. Exemplos de plugins aqui!
  • Convide contatos de fora da rede para fazerem parte e aumentarem seu social no LinkedIn
  • Prefira começar pelo seu perfil pessoal e apenas depois crie a da sua empresa
  • Utilize pesquisas para encontrar as leads ideais, sobretudo se você estiver fazendo uma prospecção B2B (utilize os beneficios do big data, e utilize nossa ferramenta para entender o tamanho do seu mercado)
  • Considere utilizar o LinkedIn Premium, que melhora não apenas as vendas, como a prospecção também. A vantagens de ter um perfil premium: Ter acesso a maior número de perfis e poder visualizar quantos perfis desejar (até conexões de 3º grau) em resultados de pesquisas, saber todas as pessoas que visualizaram o seu perfil, ter acesso a filtros e estatísticas diferenciadas)
  • Procure grupos e crie os seus, interagindo neles
  • Mantenha o monitoramento constante

Isso tudo é pra evitar que o seu interlocutor leia a sua mensagem pelo LinkedIn e se sinta recebendo um cold e-mail.

Pense em como você faria em outra rede social: “quem não é visto, não é lembrado”. Embora não seja exatamente a mesma coisa, vai ajudar a compreender melhor como atuar no social selling no LinkedIn.

Como se comunicar pelo LinkedIn

Seguindo no raciocínio das dicas de social selling no LinkedIn, chegou a hora de falar como se comunicar por esta rede social. Como você já deve saber, ela tem características próprias, como a de ser voltada para profissionais.

Isto, é claro, diferencia o social selling no LinkedIn de outras redes, como o Facebook, o Instagram ou até mesmo o Twitter. Será que existem “regras de etiqueta”? Ou então formas mais indicadas de comunicação?

A resposta é SIM. Um erro aqui pode colocar muito a perder na sua estratégia de prospecção ou de vendas, e sua equipe pode nem notar que está cometendo este erro. 

  • Procure personalizar as suas mensagens (ou pelo menos parte delas). Por exemplo: use o nome das pessoas nas mensagens que for enviar. Esse é um bom começo. Adapte a mensagem pro contexto do seu interlocutor, isso também faz uma grande diferença
  • Não se esqueça que é difícil entender a entonação (ironias, por exemplo), então procure não deixar dúvidas, e seja educado. Se for usar ironias, abuse de emojis
  • Pense na melhor forma de manter a sua imagem de profissionalismo
  • Não tenha atualizações excessivas
  • Sugira boas recomendações a quem o segue
  • Peça, também, por recomendações, caso seja possível e útil
  • Pense em agregar às pessoas, não somente em promover a sua marca
  • Não saia adicionando todo mundo, foque em quem você conhece ou no seu público
  • Jamais leve spam para a frente
  • Seja paciente com usuários novos ou clientes não tão educados
  • Respeite as regras dos grupos que participar
  • Responda as mensagens e reações às suas publicações

Melhores práticas: LinkedIn pessoal x empresarial

Por via de regra, melhor é começar com o seu LinkedIn pessoal. Apenas depois disso você deve criar a página empresarial, com calma, e seguindo as dicas do social selling no LinkedIn.

Isso porque não se pode ser confundido. O que é seu, pessoal, é particular; e o que é da empresa, é da empresa. Caso você não tenha essa separação em mente, pode acabar trazendo prejuízos à imagem do seu negócio.

No caso das páginas pessoais, crie seguindo estas normas básicas:

  • Utilize uma foto profissional, como se você estivesse numa revista de negócios – nada de praia, chapéu de palha, chinelo, bebida alcoolicas, etc.
  • Um bom resumo é essencial, e nele você pode descrever brevemente a sua trajetória
  • Procure não enrolar no seu perfil, e traga as informações essenciais de forma direta – inclusive ligando você à sua empresa
  • Não se esqueça de adicionar as habilidades, dedique um tempo a isso
  • Solicite e forneça recomendações, no espaço destinado para isso

Mesmo que a sua página pessoal não se confunda à de sua empresa, é importante dedicar um bom tempo. Se você fizer algo errado, pode prejudicar seu negócio por tabela. Obedeça, também, as normas de conduta da rede.

Na página empresarial, então, além de tudo que já citei sobre social selling no LinkedIn, destaque o seguinte:

  • Crie conteúdos de qualidade, com uma boa copy (escrita)
  • Não se esqueça de inserir fotos nas publicações
  • Crie descrições profissionais e precisas sobre o seu negócio
  • Busque preencher todos os campos

O LinkedIn não é uma rede como as outras, e por isso pode ser mais complexo. Então, leia com atenção e cuide de cada etapa do seu social selling no LinkedIn! O que um Iceberg tem a ver com Social Selling e com tudo que falamos nesse texto? Descubra aqui!

Categorias
Uncategorized

7 Melhores práticas: Automação de Marketing

Fale com o seu público em grande escala porém de forma de forma individual. Mas afinal, o que é outbound marketing/prospecção ativa e como automação de marketing pode te ajudar: como o próprio nome já diz, é a utilização de ferramentas digitais, com o intuito de simplificar e escalar trabalhos de comunicação.

Muitos negócios ainda não fazem esse trabalho automatizado na prática e com todo o potencial que é possível alcançar. E você, já fez, ou ainda está apenas na teoria? Confira nossas dicas de ”melhores práticas: automação de Marketing” para começar a falar com o seu público em grande escala, mas de uma maneira individual, beneficiando principalmente o trabalho da sua equipe de vendas.

Como aplicar as melhores práticas nos seus emails pra melhorar sua automação de marketing:

Customização

1- Personalize seus e-mails com os dados do seu
contato. Quando recebemos um e-mail com o nosso nome, além de outras informações pessoais, damos mais atenção ao conteúdo e sentimos uma necessidade de responder, não é mesmo? Geralmente essa é uma função simples, disponível nas próprias
ferramentas de envio de e-mail. As variáveis mais comuns de
customização e que aumentam as taxas de engajamento são: nome
do lead – disponível como apenas primeiro nome ou nome completo
– e empresa que o seu contato trabalha. Nomes das pessoas, das empresas, dados relevantes dos mesmos são grandes benefícios do big data.

Conteúdos customizados

2- Você deve entender que nem todos os seus contatos estão prontos para adquirir seu produto e/ou serviço com o envio de apenas um email. O papel de uma automação de marketing bem executada deve guia-lo até esse momento e para isso não se deve iniciar seu funil de e-mails com um discurso invasivo e com tom de vendas, afinal, o objetivo inicial da sua automação deve ser tornar seus contatos em leads e com o decorrer das ações, transformar esses leads em clientes, de fato. Vale a pena considerar usar inteligência de mercado aqui.

Faça testes A/B

3- Os seus e-mails não estão gerando engajamento? Então é hora de você realizar “testes A/B” pra melhorar sua automação de marketing com eles, ou seja, compare duas versões de um mesmo e-mail e veja qual performa melhor para a sua lista.
Através dessa estratégia, é possível entender onde você está
errando. Faça as seguintes combinações para um teste A/B de qualidade:
-Assuntos de e-mail diferentes vs. corpo de texto igual;
-Assuntos de e-mail iguais vs. corpo de texto diferentes (a variação
pode se dar na utilização de imagem ou apenas texto, no tom de voz
da argumentação e até mesmo no call to action da mensagem);
-Horários e dias da semana de envio distintos.

Assunto dos seus e-mails

4- O assunto de um e-mail é o primeiro contato que o seu conteúdo terá com a sua lista. Sem um assunto relevante, seu e-mail será ignorado na caixa de entrada lotada dos seus leads. Por esse motivo, você deve se atentar com alguns detalhes na hora de criar o seu assunto:

  • Assunto com no máximo 65 caracteres para evitar cortar sua frase em visualizações em smartphones;
  • Evite palavras como: “promoção”, “desconto” e “compre já”, pois essas palavras fazem muitos provedores de e-mail encaminhar sua mensagem diretamente para o spam;
  • Aposte em assuntos com perguntas. Ao vermos um ponto de interrogação, tendemos a querer descobrir o problema e a resolvê-lo. Por exemplo: “Está precisando de oportunidade de vendas de qualidade?”

Não use apenas imagens

5- Atenção aqui, pois, muitos provedores de e-mail não carregam completamente as imagens, dessa forma, se o seu e-mail tiver apenas apelos visuais, sua mensagem não será passada. A estratégia aqui, é mesclar suas imagens com conteúdos textuais: caso a imagem não seja exibida, seu conteúdo ainda será passado através da leitura.

Isso é especialmente importante se você estiver prospectando clientes corporativos (B2B).

Aposte em bullets points

6- Uma simples mudança na formatação do seu conteúdo do corpo do e-mail pode fazer toda a diferença na sua automação de marketing e na sua relação com o seu (potencial) cliente. É isso mesmo, o uso de tópicos facilita a legibilidade do seu
conteúdo e, dessa forma, pode levar o seu contato até o e faze-lo
chegar ao seu call to action.

E-mails de qualidade

7- De nada adianta seguir todas as boas práticas citadas para a
construção de uma automação de marketing, se a sua lista de e-mail
não for de qualidade. Muita gente não sabe, mas cerca de 22,5% das bases de contatos de email marketing são deterioradas todo ano! Com uma lista bem segmentada – que se interesse de verdade pelos assuntos do seu negócio – você garante uma audiência engajada, autentica e o mais importante, que converte. Importante entender o que é o big data, hein, e como isso pode te ajudar a gerar resultados!


Quer saber como você pode conquistar dados de qualidade (o que no caso dessa postagem específica significa e-mails da empresa e e-mails de decisores) para colocar a sua automação de marketing para rodar? Nós estamos aqui para te auxiliar. Estamos te esperando aqui.

Categorias
Uncategorized

Como montar um fluxo de cadência

Montando um fluxo de cadências de e-mails

Uma dúvida muito comum é a de como montar um fluxo de cadência bom, que seja prático e efetivo. Vale lembrar, antes de tudo, que estes fluxos são estruturas de organização voltadas à equipe de vendas, que permite a criação de uma rotina de contato, prospecção ativa e, finalmente, vendas!

Dito isso, no post passado já explicamos um pouco mais sobre o que é essa estratégia. Agora é hora de aprofundar, aprendendo como montar um fluxo de cadência que se adapte à sua empresa e ao que você está planejando. Veja:

As melhores estratégias

Existem diferentes estratégias quando estamos pensando em como montar um fluxo de cadência. Algumas são mais recomendadas para quem já está numa fase mais avançada. Aqui, vou focar em quem está começando.

  1. Estratégia de tempo no fluxo de cadência

Normalmente, quando estamos falando em como montar um fluxo de cadência, as estratégias são pensadas em número de emails (ações) e em quantos dias durará o fluxo.
Podemos pensar em um campanha com esses aspectos:

  • 5 emails no total
  • A campanha durará 10 dias
  • Serão 2 dias de intervalo entre um email e outro.

Ou seja, a estratégia 5 x 10 sugere que sua empresa realize 5 contatos no período de 10 dias. Não precisa ser necessariamente um contato a cada dois dias ou algo assim, isso fica livre, podendo ter mais de um em apenas um dia. Mas nesse caso, estruturamos a campanha dessa forma!

  1. Estratégia de ações

Como é de se imaginar, seguindo a lógica que apresentei, a estratégia 5 x 10 determina que 5 contatos sejam feitos em 10 dias. Sugestão de cronograma:

  • Intercale emails curtos e longos na cadência
  • Tenha emails de follow-up 
  • Use elementos audiovisuais como: envie um vídeo, um gif ou imagem para deixar o conteúdo mais dinâmico.

Vale a pena ressaltar, ainda, que estas estratégias são benéficas porque não precisam ser necessariamente utilizadas apenas na prospecção. Elas podem, na verdade, ser postas em práticas em qualquer etapa do funil de vendas da sua empresa.

Fluxo de e-mail X spam

Como montar um fluxo de cadência está muito relacionado com fluxo de e-mail. É preciso saber programá-los da melhor maneira, para que tragam os ganhos em produtividade e em vendas a que se propõem.

Para que isso aconteça, é necessário que sua empresa não realize confusões bobas e extremamente prejudiciais. É o caso de entender a diferença entre o envio de e-mails e de spam. Você sabe a diferença?

Veja as características principais de um email de spam:

Pense naqueles e-mails indesejados que você recebe – os spams. São e-mails genéricos, com conteúdo nada direcionado e com excesso de HTML, palavras como (clique aqui, compre já, garanta o seu), imagens que não carregam.

Ou seja, é até possível dizer que os spams acabam atingindo o objetivo contrário ao que se propõem, uma vez que podem mesmo afastar os clientes em potencial, em vez de aproximá-los. 

É exatamente o contrário do que você deseja quando pensa em como montar um fluxo de cadência com envio de e-mail. Por isso, fique atento.

Melhores práticas no fluxo de cadência

1) Segmente seu público-alvo:

Todo bom profissional de marketing sabe (ou deveria saber) que é essencial agrupar seus leads em grupos: é a regra número um de uma boa prática de email marketing. Considere agrupar os contatos por interesses, localização demográfica, comportamento, entre outros e USE essas diferenciações pra criar familiaridade com a pessoa no outro lado. Use a Speedio para segmentar as suas listas, nesse caso! Entenda também o que é o big data.

2) Personalize seus emails:

Existem inúmeras pesquisas comprovando que personalizar seus emails garante maiores taxas de abertura. Mas personalizar significa ir além da linha de assunto e da saudação.

Pesquise o melhor horário para enviar os emails, invista tempo em criar personas: somente assim você terá a certeza de que os seus clientes receberão emails customizados de acordo com suas especificidades e dores. 

Note que não podemos te dizer o melhor horário pra enviar seus e-mails, porque isso varia MUITO MUITO MUITO. A gente aqui da Speedio evita envia-los nas sextas feiras, e tenta fazer os envios entre 10 e 15 horas, mas isso pode ser completamente diferente pro seu publico.

3) Pense bem na linha do assunto:

Embora pareça simples e até óbvio, muitos profissionais de marketing não dão a devida importância ao assunto do email. Ela pode influenciar (e muito) as suas taxas de abertura. A primeira regrinha a se seguir é que seja breve: a linha de assunto não deve ter mais que 50 caracteres.

Coloque o nome do destinatário da mensagem no assunto; pense em palavras que lembram urgência como “só hoje”, ou “oferta relâmpago” para encorajar seus clientes a abrirem o email. Seja criativo e use frases atraentes para fisgar a atenção. O assunto deve ser intrigante e vago ao mesmo tempo: pense em como o seu cliente pode se beneficiar do email. Ah, e evite Emojis! Existem alguns estudos que dizem que eles são normalmente utilizados pelos sistemas de e-mail pra identificar spam.

4) Seja breve e preciso:

Coloque-se no lugar do seu cliente. Assim como ele, você é muito ocupado e tem centenas de emails enchendo sua caixa de entrada todos os dias. Escreva e-mails curtos e simples, afinal, na maioria das vezes apenas damos uma olhada rápida no conteúdo, enquanto escaneamos algumas palavras e imagens que nos chamam a atenção. Além disso, e mails muito longos tem mais chances de irem para a caixa de spam.

5)Tenha sempre um CTA:

O CTA (Call To Action – ou “chamada de ação” em português) é quase que obrigatório nos seus emails. É ele quem vai levar o seu cliente a fazer a ação que você espera dele. Use palavras fortes, curtas e de impacto, além de cores contrastantes, que se destaquem no design do email. Normalmente usa-se CTA no final do e-mail.

6) Como montar uma boa copy

Copy, ou copywritting no seu termo completo, é uma forma persuasiva de escrita. A finalidade, com o uso dela, é conquistar o seu leitor, de forma que você o influencie a tomar a decisão que você deseja.

Então, convenhamos, uma boa copy é indispensável. Este processo está intimamente ligado ao outbound marketing (prospecção ativa que procura os clientes ideais –  relembre aqui) e costuma ter ainda uma “chamada para ação” (ou CTA – entre estas nossas dicas).

Isso porque você deve conhecer o seu público, as estratégias para alcançá-lo e como chegar nele (gatilhos mentais, histórias, informações relevantes). Ao mesmo tempo, precisa deixar claro o que você indica com aquele texto – o CTA.

Gifs em Email Marketing

O uso de GIFs podem ser um aliado importante na sua estratégia, bem usados, eles deixam o email mais dinâmico, aumentam o engajamento do público e muitas vezes ajudam a mostrar o seu produto e a linguagem de comunicação da sua marca.
Use GIFs para representar uma reação, por exemplo: ao invés de escrever ‘’Claro, vamos lá’’ experimente usar uma imagem animada de ‘’joinha’’/ ‘’tudo bem!’’.
GIFs podem ser usados também para representar destacar um ação ou algo mais discreto para direcionar a uma oferta, ou palavra importante do seu texto!

Eles podem também ser usados para apresentar parte dos seus produtos, algo que remeta o uso e eficiência dele, ou até mesmo porque não imagens do seu próprio produto/serviço em movimento?

Assinatura do e-mail

É muito importante que ao final dos seus emails, a sua assinatura de email esteja lá!
Seja para fins como: o contato identifica o seu nome, e mails, telefones e sente mais confiança em falar com alguém que está acessível.

  • Gera autoridade e credibilidade ao conteúdo do email;
  • Ajuda na identificação da sua marca;
  • Utilize dos ícones das redes sociais pois aumenta a possibilidade de interação por outros canais de mídias.

Quando enviando e-mails em enormes quantidades, talvez você tenha que evitar tanto a assinatura do e-mail quanto menção à sua empresa no próprio e-mail. Mas isso aqui é em casos MUITO específicos, quando enviando dezenas de milhares de e-mails por mês.

Agora você já sabe o poder que um bom conteúdo pode ter. Faça seus testes, experimente por si próprio. Garantimos que a taxa de conversão de seus e-mails vão melhorar! 

Vale muito a pena também conhecer as 7 melhores práticas de automação de marketing.

Categorias
Uncategorized

Benefícios do Big Data

Benefícios do Big Data e o futuro. Alguns os definem como uma revolução, outros atribuem a eles o papel de otimizadores de processos de negócios. Mas todos concordam com uma coisa: o big data é importante. A principal questão surge – como o big data pode ser efetivamente aplicado nos negócios? Saiba o que é Big Data!

Muitos gestores de empresa têm se atualizado ultimamente, em questões de atualidades relacionadas a gestão de dados. Uma dessas atualizações é a utilização da Big Data, um software que promete disparar as vendas e manter um equilíbrio no seu banco de dados, trazendo retornos positivos. 

Como várias medidas adotadas ao longo do tempo por muitos empresários, o Big Data se destaca por ser uma ferramenta tecnológica. Por muito tempo, usamos papel e caneta para criar um certo tipo de banco de dados, e com o tempo, nós fomos nos atualizando. A tecnologia se torna presente e eficaz justamente por ser essa a intenção da sua utilização. Com isso, adotar meios tecnológicos é estar avançado e dentro da modernidade, o que só vai lhe beneficiar. 

Se você possui um método na sua empresa que facilite o uso do banco de dados, ótimo. A nossa intenção é que você crie um senso crítico para essas situações, e perceba qual a melhor forma que você pode lidar com isso. A nenhum momento queremos induzir você a adotar o Big Data. 

Como tudo na vida, você precisa analisar o que será melhor para você, e, só assim, decidir o que fazer. Você não precisa mudar a sua forma de pensar por ninguém, porém, não fique para trás só para não dar razão aos outros. Faça uma análise do custo benefício e se vai valer a pena, aplique isso em qualquer decisão que você for tomar. 

Para que serve o Big Data?

A partir da fonte, os benefícios do Big Data te auxilia a depositar, operar, proceder, e retirar as informações que constam ali no banco de dados geral, ou seja, é uma síntese do que existe que serve para facilitar o seu procedimento. Pelo fato de que esse tipo de informação é mais acessível para as organizações, os dados desejados pelas empresas ou instituições são mais fáceis de serem localizados. 

Uma empresa só consegue melhorar com base em pesquisas de satisfações, por exemplo. E, além disso, é necessária uma atenção especial para o que está em alta no mercado, como os clientes reagem e se comportam diante de determinados produtos e até mesmo o que você pode criar para suprir as necessidades dessa clientela. 

Utilizando os benefícios do Big Data você consegue todos esses fatores reunidos, e isso significa prosperidade no seu negócio. Para ascender e se destacar no mercado – diante de uma vasta concorrência – você precisa ter uma relação íntima com o seu cliente, não pessoal. Ter uma relação íntima significa conhecer os seus gostos e o que é indispensável para captar o indivíduo. 

O Big Data consegue utilizar artifícios necessários para obter um padrão escolhido e relacionar os dados, tudo isso com base em algoritmos e gráficos estatísticos. Você vai perceber (a curto prazo mesmo) que a produtividade do seu negócio vai melhorar bastante, além de valorar melhor os seus serviços. 

Com tudo isso em mãos, você vai poder identificar o que não está funcionando na sua empresa, o que pode melhorar, e qual o próximo passo a ser dado a fim de se adequar às necessidades notáveis do mercado. 

Percebe que o Big Data, na verdade, é um investimento para você e a sua empresa? Existem muitas plataformas que atuam dessa maneira, de forma a ajudar o seu desempenho nos negócios, então é importante que você adote esse tipo de ferramenta. 

Em qual momento o Big Data me auxilia? 

Definitivamente, o Big Data consegue te auxiliar quando você precisar decidir algo na para a sua empresa. Perceba que, com dados específicos em mãos, você oferece o que é pedido, chegando a um denominador comum com o cliente. O caminho da escolha é facilitado já no início, na tomada de decisões. Por falar em decisões, entenda a importância da cultura data driven a longo prazo na sua empresa!

Toda empresa define um padrão para atender, inclusive por conta dos produtos e serviços oferecidos, então o seu público se torna mais seletivo e restrito. É bom que você faça isso com os seus negócios para não oferecer nada genérico, só visando o lucro e não a qualidade. Dessa maneira, o seu público sai satisfeito e você não fica no prejuízo por perder estoque ou afins. 

No que se refere a concorrência de mercado, o Big Data consegue visualizar quais são as novas medidas que a sua concorrência irá tomar. Para isso, você vai criar estratégias de promoções ou descontos, para se manter na frente. Infelizmente, essa é a realidade de muitos negócios, e você não está errado por isso, e sim se preparando para não deixar que o prejuízo atinja a sua empresa. 

Como dito anteriormente, com o Big Data você consegue criar uma relação íntima com os seus clientes, isso porque você descobre exatamente o que o seu público quer, e oferece isso. 

Com isso, você vai entender o que o seu negócio pode atender, a partir do que lhe é oferecido, e as insatisfações vão diminuir, pois você entende exatamente o que o seu cliente deseja obter, seja em produtos ou até mesmo serviços prestados. 

Internamente no seu negócio, você vai perceber que toda essa informação vai servir para a sua gestão. Isso porque você não vai precisar adivinhar o que a clientela quer e como você vai fazer isso, você terá tudo que precisa em mãos, só vai precisar executar. 

A análise de Big Data resolve as seguintes tarefas de negócios:

  • Elaborar um retrato mais detalhado do público-alvo e do cliente, coletando informações sobre os motivos da saída de visitantes, segmentando clientes;
  • Personalização de ofertas, otimização de segmentação;
  • Criação de um único banco de dados relevante com cálculo de erros e busca de relacionamentos;
  • Coleta de informações sobre os benefícios do produto e sua segurança;
  • Cálculo de riscos, combate à fraude (por exemplo, no setor bancário);
  • Otimização da logística, uso de equipamentos, identificação da qualidade do serviço;
  • Fornecer um método mais simplificado e barato de armazenamento de dados com a capacidade de compilar um relatório sobre os parâmetros desejados.

A parte de execução vai se tornar mais fluida, pois você sabe onde precisa chegar para agradar o seu cliente. Inclusive, o setor de marketing vai funcionar melhor. 

Esperamos ter ajudado! Quer entender mais sobre as informações chaves que o Big Data pode chegar? Confere aqui!

Categorias
Uncategorized

Inteligência de Marketing: Você sabe o que é?

Gerenciar um negócio é uma das tarefas mais difíceis para os empreendedores de maneira geral. Contudo, se você optou por abrir um negócio, o primeiro passo a ser tomado é encontrar estratégias para obter o sucesso, e um desses passos é a Inteligência de Marketing

Sem querer impor, permita-me ir direto ao ponto: se as coisas estão fluindo bem na sua empresa, ótimo. Porém, se o seu negócio vive no vermelho ou se você quer melhores resultados do que está obtendo, essas dicas podem e vão servir para você. 

Inteligencia_de_Marketing

O que é a Inteligência de Marketing? 

A Inteligência de Marketing em si serve para interpretar dados coletados em primeira mão sobre um assunto específico relevante pra empresa. Muitas vezes gerados por meio de formulários distribuídos pela internet, mas que também pode surgir por meio de entrevistas por telefone, presenciais: tudo isso pode virar inteligência de marketing.

Esses formulários tem algumas perguntas super manjadas, porém importantíssimas como o famoso “de que maneira o cliente descobriu o seu negócio” ou “de que maneira o cliente se sentiu ao experimentar o seu serviço ou produto”. Esse tipo de questionamento abre margem para que você, dono do negócio, compreenda mais o que o seu cliente deseja encontrar na sua empresa. 

Pra você entender como funciona a cabeça do seu cliente e como ele está reagindo ao que você oferece é de extrema importância para a formação de uma boa estratégia a fim de captar mais clientes e aumentar a clientela do seu negócio. Ah, precisamos dizer que é fundamental ganhar inteligência de mercado também, dimensionar o seu público. Se você está no mercado B2B, vale checar aqui o tamanho do seu mercado.

Posso utilizar redes sociais? 

Com toda certeza! As redes sociais estão em alta pra tudo que é relacionado à marketing. Isso porque todos estão na internet hoje em dia, e a sua empresa precisa estar inserido nesse ambiente. Inclusive, os seus concorrentes certamente estão por lá, e você TAMBÉM precisa comparecer!

E mais importante de tudo: você PRECISA se destacar e ser diferente (original, único) para conseguir o seu lugar no mercado. Independente se você está no mercado B2C, B2B, B2B2C.

Além disso, a sua equipe de Marketing conseguirá pesquisar muito mais sobre o que você está lidando (sejam concorrentes ou clientes). Ao visualizar técnicas alheias, você pode ver o que está “errado” e não repetir na sua vez. Lembre-se: nada na natureza se cria, tudo se “transforma”.

O errado está em aspas de propósito, pois não existe nada errado ou certo no mundo dos negócios. O que existe, na verdade, é o que serve para você e o que atende as suas necessidades. Muito provavelmente, o que está dando certo para o outro pode não dar certo para mim, o que é muito normal, já que cada negócio apresenta especificações. 

A partir da sua análise, você vai perceber que ao se inserir no mundo das mídias sociais, você vai conseguir atingir mais pessoas, logo, mais visibilidade no mercado. Procure, também, manter a sua imagem íntegra, pois como você se porta para as pessoas, mesmo que virtualmente, vai refletir em como o seu negócio é visto. Separamos 15 dicas para gerar conteúdo de relevância e engajamento nas suas redes sociais!

Existem ferramentas de marketing? 

Sim, elas facilitam a formação de estratégia que a sua equipe de Marketing vai seguir pra ajudar na sua inteligência de marketing, e vamos conhecer um pouco sobre algumas delas agora:

Analytics: essa ferramenta consiste em relatórios que visualizam o empenho daqueles que visitam o seu website por meio das mídias sociais do seu negócio. Por exemplo, a partir desses relatórios você vai conseguir visualizar quantos frequentam o seu site, quais páginas eles desejaram conhecer ou até mesmo o que foi lido. Esse método é muito utilizado por quem deseja mensurar o ROI (Retorno sobre Investimento), na área de Marketing. Se tiver duvida em alguns termos, temos o nosso Glossário de vendas a sua disposição!

CMS: o CMS costuma “se esconder” em um blog, e a sua sigla significa Sistema de Gestão de Conteúdo, traduzindo do inglês. O mais popular é o WordPress, mas existem outras centenas deles por aí. Com essa plataforma, você consegue produzir conteúdo para o seu site (páginas, blog, SEO, e um punhado de outras coisas).

Esses sistemas podem ser operados pelo dono da empresa, mas o ideal é que haja uma pessoa de marketing tomando conta disso, afinal de contas, o empresário deve focar os esforços onde o resultado é mais gerado, que normalmente é nas vendas ou na produção!

Um CMS bem gerado pode te ajudar a criar formulários pra coletar opiniões dos seus visitantes, o que pode gerar inteligência de mercado pro seu negócio.

Inteligência de marketing

As metas e objetivos da inteligência de marketing são tão importantes em grandes empresas que elas co-existem e significam as atividades principais das mesmas. A abordagem ideal é aquela na qual os seguintes bancos de dados adquiridos são combinados em um único arquivo:

  • concorrência: todas as informações sobre concorrentes existentes e potenciais;
  • mercado: todas as informações de mercado, gostos e demandas dos consumidores, canais de distribuição, etc;
  • tecnologia: produção e uso de produtos;
  • Recursos: todas as informações sobre recursos materiais e técnicos necessários para as atividades normais da empresa;
  • tendências gerais: informações políticas, econômicas, sociais, demográficas, etc.

Na verdade, isso é um investimento que você está fazendo na sua empresa, e a curto prazo: acredite. Esse será o seu diferencial no mercado. Você vai demorar muito tempo para aprender a mexer em plataformas que já existem profissionais capacitados para tal ato e preparado para te ajudar. Conquiste o seu lugar no mercado de maneira original. 

Tudo isso é valido, aliado com uma plataforma confiável e que te entrega dados reais, pra que você e o seu time de vendas possa tomar decisões estratégicas embasados em fatos e não achismos.

Se você estiver no mercado B2B, vale a pena também entender o que é big data e como você pode usar essa incrível ferramenta pra gerar informações chave pra alavancar o seu resultado comercial.